Era só o que faltava
A cada dia que passa me surpreendo com a tecnologia.
Mas continuo achando que a grande diferença são as ideias. As boas ideias.
Só a tecnologia não faz nada, é só processamento.
E a coisa toda flui de uma forma interessante.
Na música, prevíamos o caos em pouco tempo.
Porém o que acontece é a integração da tecnologia, novas ideias não só no processo de composição mas também regulagem, divulgação e ensino.
Sim o ensino pra mim foi um dos mais importantes, pois vejo alunos meus começando com um ou dois meses de aula totalmente cientes do mundo musical e som de qualidade.
O que temos hoje é um jogo musical, que foi muito bem pensado já que se trata de sincronia, leitura e percepção, chamado Guitar Hero, olhem o jogo em ação:
Mas para se ter uma ideia melhor de como evoluímos vou mostrar a “carrocinha” que jogava quando era pequeno:
Chamado Tele-Jogo era uma sensação (só uma, hehehe) e não tinha essa “química” (termo que usamos na música quando os integrantes de um grupo combinam musicalmente) que o Playstation alcançou.
Na realidade vejo isso tudo como uma fórmula para alcançar objetivos de uma maneira objetiva, digna de um estudo mais aprofundado visto que é um estímulo ao estudante de música, então que tal estender a ideia a outras artes?